Desde 2003, atua na Bacia de Campos (RJ), nos campos de Bijupirá e Salema, tendo produzido, em 2008, uma média de 28 mil barris de óleo relativamente leve (28º-31º API) e 445 mil metros cúbicos de gás por dia.
O petróleo é armazenado na plataforma FPSO Fluminense, cuja capacidade de armazenamento é de 1,3 bilhão de barris/dia. Já em relação ao gás, parte é utilizada na geração de energia da própria plataforma e parte segue por duto para a P-15, plataforma de Petrobras (parceira da Shell no projeto, com 20% de participação).
Fechamos o ano de 2008 presente em 15 blocos. A mais nova aquisição foi feita em dezembro de 2008, na 10ª Rodada de Licitação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), quando foram arrematados 5 blocos localizados na Bacia de São Francisco (MG). A área marca o início do investimento da Shell em blocos onshore (em terra) em terra adquiridos no país.

O FPSO-ES está instalado no BC-10, localizado na Bacia de Campos.
Em 2008, as atenções da área se voltaram para a preparação do Parque das Conchas (BC-10), na Bacia de Campos, na costa do Estado do Espírito Santo, para a extração do primeiro óleo em julho de 2009. A plataforma, com capacidade para processar 100 mil barris de petróleo e 1,4 milhão de metros cúbicos de gás por dia, chegou ao país no fim de 2008.
A alta complexidade dos campos descobertos no Parque das Conchas (BC-10) levou à combinação inovadora de uma série de tecnologias, como a instalação de equipamentos que dispensam o uso de sonda de perfuração; e a utilização de risers (dutos) com flutuadores para reduzir o peso na conexão com a plataforma.
A Shell também investe em projetos de pesquisa com universidades brasileiras, como o de modelagem estratigráfica de reservatórios, realizado em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.