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Shell anuncia seis novos projetos de pesquisa em Biocombustíveis
17/09/2008
A Royal Dutch Shell plc (“Shell”) anunciou, nesta quarta-feira, seis novos acordos com especialistas em instituições acadêmicas por todo o mundo.
Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2008 — A Royal Dutch Shell plc (“Shell”) anunciou, nesta quarta-feira, seis novos acordos com especialistas em instituições acadêmicas por todo o mundo. Estes são apenas seis exemplos de um crescente programa de acordos, visando agregar valor à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em biocombustíveis da Shell e acelerar a obtenção de resultados.
O programa de pesquisa investiga novas matérias-primas e novos processos de produção de biocombustíveis, com foco na melhoria da eficiência e redução de custos. Os acordos têm duração de dois a cinco anos.
Os projetos foram assinados com a Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo (Brasil); o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Massachusetts (EUA); o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências (IMCAS), em Pequim, e o Instituto Qingdao de Tecnologia em Bioenergia e Bioprocessos da Academia Chinesa de Ciências (QIBEBT), em Qingdao (China); o Centro de Excelência para Biocatálise, Biotransformações e Manufatura Biocatalítica (CoEBio3), baseado na Universidade de Manchester (Reino Unido), e a Escola de Biociências da Universidade de Exeter (Reino Unido).
No Brasil, a legislação, normatizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apóia e promove investimentos em P&D nas universidades e institutos de pesquisa, e a Shell participa deste esforço.
A Shell tem uma longa tradição em pesquisa e desenvolvimento de biomassa, com investimentos contínuos na área ao longo de trinta anos. A equipe focada em pesquisa e tecnologia de biocombustíveis trabalha atualmente nos laboratórios de Thornton em Chester, no Reino Unido; Westhollow, em Houston, nos EUA; Amsterdã, na Holanda; e Bangalore, na Índia.
“A Pesquisa e Desenvolvimento em biocombustíveis da Shell é líder nesta área há anos e é coordenada globalmente. Contudo, sabemos que ganhar conhecimento através de parcerias genuínas e ágeis com os melhores especialistas, onde quer que estejam, será essencial para a rapidez e o sucesso na área de biocombustíveis, que está em pleno desenvolvimento. Nós temos trabalhado com alguns parceiros já há algum tempo, mas estamos extremamente satisfeitos de anunciar hoje essas seis novas parcerias técnicas, dando as boas-vindas à injeção de conhecimento e entusiasmo”, declara Dr. Graeme Sweeney, Vice-Presidente Executivo de Combustíveis Futuros e CO2 da Shell.
Os acordos anunciados complementam as parcerias da Shell com cinco empresas que trabalham na aplicação comercial de novas tecnologias de biocombustíveis. Juntas, todas essas parcerias dão suporte à iniciativa da Shell de desenvolver biocombustíveis sustentáveis para ajudar a solucionar a necessidade mundial de mais energia e menos CO2.
"As pesquisas nessa área são de importância capital para o setor de biocombustíveis e a Unicamp orgulha-se em participar de um projeto que envolve alguns dos melhores centros de pesquisa do mundo", destaca Roberto Lotufo, Diretor Executivo da Agência de Inovação Inova Unicamp. Segundo ele, parcerias desse tipo reforçam a interação da Unicamp com a sociedade, criando oportunidades para que a Unicamp se destaque cada vez mais na liderança da pesquisa e inovação em bioenergia, contribuindo para o aumento do bem-estar e riqueza do país.
Para a Shell Brasil o convênio é motivo de satisfação. “Há 95 anos a empresa investe no Brasil e, portanto, nada mais natural do que apoiar uma universidade fortemente empenhada em desenvolver novas tecnologias em busca de fontes energéticas mais sustentáveis”, afirma Vasco Dias, Presidente da Shell no Brasil.
Sobre a Royal Dutch Shell:
A Royal Dutch Shell plc é uma empresa registrada na Inglaterra e no País de Gales, com sede em Haia, e está listada nas bolsas de valores de Londres, Amsterdã e Nova Iorque. As empresas Shell operam em mais de 110 países, com atividades que incluem: exploração de petróleo e gás; produção e marketing de gás natural liquefeito e do processo de conversão de gás em líquidos (GTL); marketing e transporte de produtos derivados do petróleo e produtos químicos, além de projetos de energia renovável incluindo energia eólica, solar e biocombustíveis.
Sobre a Unicamp:
A Unicamp é uma das principais universidades brasileiras e da América Latina. A Universidade é conhecida tanto pela excelência de seu ensino quanto pela realização de pesquisas avançadas nas áreas em que atua: as ciências exatas e tecnológicas, as ciências biológicas, as ciências humanas e as artes. E responde, sozinha, por cerca de 15% de toda a pesquisa universitária brasileira e por 10% da produção de teses de pós-graduação no país.
A Unicamp possui campus em Campinas, Piracicaba e Limeira. Seus 32 mil alunos estão distribuídos por 58 cursos de graduação e 135 programas de pós-graduação. A qualidade da formação oferecida pela Unicamp é não só decorrente da estreita relação que mantém entre ensino e pesquisa, mas também do fato de que 88% de seus professores atuam em regime de dedicação exclusiva e 97% têm titulação mínima de doutor.
Notas aos editores:
• A Royal Dutch Shell plc está se empenhando para satisfazer as determinações governamentais em relação aos biocombustíveis e, com base na sua experiência, conhecimento e recursos, tornou-se a maior distribuidora de biocombustíveis do mundo.
A companhia vem trabalhando com produtores de biocombustíveis para assegurar suprimento com custos competitivos e pressiona pelo estabelecimento de salvaguardas sociais e ambientais. Uma restrição ao potencial dos biocombustíveis convencionais é que eles utilizam plantações de alimentos. A Shell é líder no desenvolvimento de biocombustíveis da nova geração, utilizando materiais biológicos não alimentícios, processos alternativos e combustíveis de alta performance.
• O programa global de biocombustíveis da Shell também inclui parcerias com a Choren (na produção BTL), Codexis (conversão de enzimas) e Virent (desenvolvimento de biogasolina), além de uma joint venture Cellana (desenvolvimento de algas marinhas para óleo vegetal).

