Todos os blocos ficam na Bacia de São Francisco. São eles: SF-T-80, SF-T-81, SF-T-82, SF-T-83 e SF-T-93. “Estamos muito felizes. Isso reforça a mensagem de que a Shell continua apostando no país. Com estes cinco blocos, além das outras áreas que já temos, chegamos a um portfólio ainda mais robusto no Brasil”, comentou o gerente de Relações Externas de Exploração e Produção da Shell Brasil, Flavio Rodrigues.
A Shell já atua em áreas onshore em outras regiões do mundo, como Omã e Canadá, e vai usar essa experiência e tecnologia no Brasil. Primeira empresa privada a produzir petróleo na Bacia de Campos, a Shell participou de todas as rodadas da ANP, com exceção da 5ª e da 9ª. No Brasil, a empresa tem nove áreas de concessão, das quais duas (BC-10 e BS-4) estão em desenvolvimento e uma (Bijupirá e Salema) está em produção. “Acreditamos que o marco regulatório adotado pelo governo representa um modelo de gestão bem-sucedido, atraindo investimentos para o país”, afirmou o executivo.
Exploração no Brasil
Flavio Rodrigues destacou ainda a chegada ao Brasil do FPSO Espírito Santo para exploração e produção de petróleo e gás natural no Parque das Conchas, no domingo (14). A plataforma saiu de Cingapura e levou 35 dias até aportar no litoral capixaba.
A unidade será um marco na comercialização de óleo pesado no país, reiterando o compromisso de longo prazo da Shell com o Brasil.