Na publicação, mostramos como a Shell está ajudando a construir um futuro energético de baixo carbono por meio de ações, no Brasil e no mundo, que buscam diminuir o impacto de suas operações.
Alguns dos destaques no relatório:
Investimento de $1,1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento, para obtenção de tecnologias avançadas necessárias para produzir energia de forma mais eficiente.
Fornecimento de produtos mais limpos e avançados aos nossos consumidores, como o Novo Shell Formula Diesel. A nova formulação aumentou sua capacidade de limpeza do sistema de injeção do motor, trazendo economia de até 3% no consumo de combustível e a consequente redução nas emissões de CO2.
Melhoria da sustentabilidade dos biocombustíveis de hoje e investimento no desenvolvimento de biocombustíveis mais avançados para o futuro. No Brasil, a Shell desenvolve, desde 2008, um projeto de pesquisa com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no segmento de biocombustíveis de segunda geração.
Aumento da produção de gás natural, por meio de processos de queima mais limpo. Em 2009, o começo das operações em Sakhalin II, na Rússia, permitiu aumento substancial da energia produzida a partir de gás natural liquefeito (GNL). Além disso, no ano passado a Shell entregou o seu primeiro carregamento de GNL para o Brasil.
Projetos locais: No Brasil, um dos principais acontecimentos foi a entrada em produção, em julho, do Parque das Conchas (antigo BC-10), localizado no Espírito Santo, consolidando os investimentos da Shell na área de Upstream no país.
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