A criação de sua filmoteca em 1940, comprova o pioneirismo da empresa. Na década de 70, a Shell patrocinou a "Série Globo/Shell Especial", documentários considerados antológicos, exibidos pela Rede Globo de Televisão. Os documentários abordaram diversos aspectos da cultura brasileira. O patrocínio da Shell ao cinema brasileiro teve início em 1996, possibilitado pela Lei do Audiovisual. O primeiro filme patrocinado, "Pequeno dicionário amoroso", de Sandra Werneck, foi campeão de bilheteria, com 650 mil espectadores, e recebeu o troféu melhor longa no Festival de Verona, Itália. Depois, veio "A Ostra e o Vento", de Walter Lima Jr., lançado em 1997 e que levou o Brasil de volta ao mais conceituado festival de cinema da Europa, o de Veneza. A lista de patrocínios inclui: "For All", de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz, grande vencedor do Festival de Gramado em 97, "Estorvo", filme de Ruy Guerra, e "Gêmeas" de Andrucha Waddington. A música tem sido distinguida pela Shell desde a década de 70, através do apoio aos festivais de música popular (MPB). Em 1981, foi criado o Prêmio Shell para a Música Brasileira, o primeiro instituído por uma empresa privada para a área musical brasileira. Os números do patrocínio a peças teatrais falam por si: mais de 100, de 1983 a 1998. Nas artes cênicas, destaca-se, ainda, o Prêmio Shell para o Teatro (criado em 1989). Na dança, a Shell reafirmou seu espírito pioneiro, ao patrocinar durante 10 anos (1988 a 1999) o Grupo Corpo, de Belo Horizonte. O apoio da Shell ajudou o grupo a firmar-se como a mais importante companhia de dança contemporânea brasileira, fato amplamente reconhecido também internacionalmente. Após a mudança da política de Investimentos Sociais em 1998, a Shell Brasil continuou a investir na área cultural por meio do Prêmio Shell de Música e do Prêmio Shell de Teatro.
|