 Em agosto de 2003, a Shell tornou-se a primeira operadora internacional de capital privado a produzir petróleo em escala comercial na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, nos campos de Bijupirá e Salema. Entre os acontecimentos que marcaram o ano passado para a Shell está a presença na 7a Rodada de Licitações promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), quando a companhia adquiriu participação adicional em cinco blocos, expandindo e consolidando o portfólio, em uma reafirmação de seu compromisso com o País. A Shell fechou 2005 com presença em 15 blocos, dos quais 13 estão em fase de exploração e dois em fase de avaliação. Seis destes blocos são operados pela Shell, que também é responsável pelas atividades no campo de gás de Merluza na Bacia de Santos, em parceria com a operadora Petrobras. O campo foi desenvolvido pela Pecten, empresa do grupo Shell, durante o período dos contratos de risco no Brasil. Em dezembro de 2005, foi declarada a comercialidade do bloco BC-10 e continuam sendo feitas avaliações sobre as descobertas no bloco BS-4. Os desafios de EP são grandes, mas promissores: até o fim da década, a Shell pretende produzir o primeiro óleo do bloco BC-10, localizado na bacia de Campos, onde fez descobertas de óleo pesado junto com seus parceiros.
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