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Shell começa a produzir óleo em Bijupirá e Salema

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Participação da Shell em blocos (em itálico os operadores)

 

Shell em operação em Bijupirá e Salema

Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2003 - A Shell Brasil informa que iniciou ontem (terça-feira, 12 de agosto), às 14h15, a produção de petróleo nos campos de Bijupirá e Salema, na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro (RJ). O Projeto Bijupirá & Salema, cujo investimento totaliza US$ 650 milhões, é uma parceria da Shell Brasil (operadora, com 80% de participação) com a Petrobras (20%).

 

A Shell assumiu a operação do Projeto após a aquisição da Enterprise Oil, em maio de 2002. Além de Bijupirá e Salema, a companhia também tem participações em outros 14 blocos de exploração em águas profundas brasileiras (lista em anexo). 

 

“Este é um importante marco para a Shell, bem como para o País”, disse o presidente da Shell Brasil, Aldo Castelli. “Após a abertura do setor ao investimento privado, nós somos a primeira empresa privada a produzir óleo na Bacia de Campos, a mais importante região do país em produção de petróleo e gás. Este é um exemplo dos benefícios que estes investimentos podem trazer tanto para a indústria quanto para o País. Também é uma excelente forma de comemorar o 90º aniversário da Shell no Brasil.”

 

A produção inicial será de aproximadamente 20 mil barris de óleo por dia de um dos oito poços de produção já instalados nos campos. O volume irá aumentar gradativamente até atingir o pico de 80 mil barris por dia de óleo relativamente leve (28º – 31º API) e 1 milhão de metros cúbicos de gás por dia. O óleo será produzido a partir do FPSO Fluminense, um navio-plataforma de produção e armazenagem que mede 390 metros de comprimento por 60 metros de largura. Os poços submarinos estarão ligados ao FPSO através de três manifolds submarinos.

 

Os campos de Bijupirá e Salema são adjacentes, em lâmina d’água entre 450 e 800 metros, a aproximadamente 295 km do Rio de Janeiro e 145 km do Cabo de São Tomé.  Descobertos pela Petrobras em 1990, os campos têm reservas recuperáveis estimadas em aproximadamente 188 milhões de barris de óleo e 62 bcf (pés cúbicos) de gás.

 

“Nós estamos muito felizes em poder entregar este projeto dentro do prazo, dentro do orçamento previsto e acima dos padrões de segurança que temos. Na realidade, estamos iniciando a produção antes da data estabelecida no plano sancionado pela Agência Nacional de Petróleo em 2001”, comemora o vice-presidente de Exploração e Produção da companhia, Michiel Kool.

 

A Shell está presente no Brasil desde 1913 e atua em diferentes áreas de negócios no país: exploração e produção, varejo, indústria e transporte, lubrificantes, gás natural e geração de energia, aviação, solar e químicos.

 

 

Participação da Shell em blocos (em itálico os operadores)

 

Participação da Shell em Blocos
Bijupirá-Salema (Campos)

Shell: 80%

•Petrobras: 20%

BM-FZA-1 (Foz do Amazonas)

BP: 30%

•Shell: 25%

•Petrobras: 25%

•British-Borneo (AGIP): 20%  

BM-C-14 (Campos)

Total: 30%

•Shell: 45%

•Petrobras: 25%

BC-2 (Campos)

Total: 35%

•Petrobras: 35%

•Shell: 15%

•Ocean: 15%

BC-10 (Campos)

Shell: 35%

•Petrobras: 35%

•ExxonMobil: 30%

BM-ES-10 (Campos)

Shell: 100%

BS-4 (Santos)

Shell: 40%

•Petrobras: 40%

•ChevronTexaco: 20%

BM-S-8 (Santos)

Petrobras: 50%

•Shell: 40%

•Petrogal: 10%

BM-S-17 (Santos)

Petrobras: 50%

•Shell: 25%

•Statoil: 25%

BM-S-19 (Santos)

Repsol: 50%

•Shell: 25%

•Statoil: 25%

BM-S-31 (Santos)

Shell: 100%

BM-C-25 (Campos)

Petrobras: 40%

•Shell: 30%

•ExxonMobil: 30%

 

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