Rio de Janeiro, 12 de julho de 2004 - A Shell esclarece que o e-mail sobre incidentes com celulares que está circulando na internet como se fosse um alerta da empresa é falso e não é de autoria do Grupo Shell. Apesar dos estudos e testes que têm sido feitos, não há provas definitivas de que todos os tipos de aparelhos celulares sejam seguros para uso em ambientes potencialmente explosivos. Em muitos países, autoridades reguladoras proíbem a utilização e/ou exigem placas de aviso afixadas nos postos de serviço, considerando que o uso desses telefones representam risco suficiente. Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, o decreto municipal nº 15.408, de 18 de dezembro de 1996, proíbe o uso de celulares em "postos de gasolina e quaisquer locais de abastecimento de automóveis, embarcações, aviões e outros veículos" (Art. 1º, inciso I). A desobediência à regra pode resultar em multa, para o posto ou para o infrator, no caso de a irregularidade não poder ser atribuída ao estabelecimento particular. Nessas circunstâncias, adotamos conduta de precaução. A orientação para empresas do Grupo é que equipamentos que funcionam com baterias (como alguns tipos de celulares) que não tenham sido testados e classificados como intrinsecamente seguros, não devem ser utilizados em local onde seja possível a presença de gases inflamáveis, o que inclui os pátios de postos. No Brasil, todos os postos de bandeira Shell devem ter avisos nos pátios, alertando os clientes para que não usem celulares nas instalações. As empresas Shell sempre se guiam pelas circunstâncias locais específicas, cumprindo as exigências regulatórias locais ou posições adotadas pelas associações nacionais das indústrias de petróleo.
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