Shell logo
Shell.com  |  Outros sites da Shell
Acessibilidade | Ajuda | Mapa do site
  
 

Governança Corporativa

imprimir
Transparência, eqüidade e prestação de contas

Como em qualquer empresa, a geração de lucro é condição precípua para a sustentabilidade do negócio.  O diferencial encontra-se exatamente na forma como a tão almejada boa performance é alcançada.

 

Funcionárias da Shell

As empresas Shell têm a preocupação constante de desempenhar de maneira transparente e eficaz suas responsabilidades em relação aos seus públicos: acionistas, clientes, funcionários e contratados, fornecedores, parceiros em geral e sociedade.

 

Ao mesmo tempo, o reconhecimento dessas áreas de responsabilidade é elemento primordial para reforçar a credibilidade da empresa junto ao mercado e para a sustentação do investimento contínuo em novas tecnologias e na produção dos suprimentos futuros de energia. Ter uma boa conduta de governança corporativa significa para a Shell manter um diálogo franco e confiável com as partes interessadas, os chamados stakeholders.

 

A Shell busca garantir que as práticas de governança da empresa tenham por diretrizes a transparência, a eqüidade e a prestação de contas. Para isso, utiliza-se de uma gama de processos e instrumentos de disseminação e monitoramento como parte de sua estratégia para a efetiva implementação dos princípios de governança.

 

Entre essas iniciativas, destaca-se o Treinamento de Governança Corporativa, instituído no fim de 2004. Trata-se de um curso voltado especificamente para os diretores, cujo objetivo é fazer com que cada um tenha amplo conhecimento da legislação local e de seu papel na organização e perante a sociedade. Houve um ciclo de treinamento no início de 2005, do qual participaram 40 diretores. Como em 2006 os diretores continuaram basicamente os mesmos, o curso não foi aplicado. A previsão é que, com as mudanças ocorridas, haja outro ciclo de treinamento ainda em 2007.

 

Transparência e ética são valores fundamentais na condução dos negócios. Outra ferramenta, empregada pela Shell há seis anos para disseminar os Princípios Empresariais, é o Curso de Direito da Concorrência. Voltado para os funcionários das áreas que têm envolvimento mais direto com práticas de negociação e concorrência, esse curso visa à conscientização sobre a importância do cumprimento da legislação em vigor, identificando as condutas que constituem infrações à ordem econômica - como a que proíbe a venda casada e a que caracteriza a formação de cartel, por exemplo.

 

Ao todo, já foram treinadas 2.002 pessoas, incluindo o módulo de reciclagem, sendo 341 só em 2006. Apesar de o treinamento presencial continuar existindo, a Shell trabalha para implementar uma versão onlinedele.

 

Os livros gerenciais continuam a ser disponibilizados pela empresa e somam-se ao Código de Conduta para auxiliar os funcionários no esclarecimento de assuntos complexos, como Corrupção e Propina, Desenvolvimento Sustentável, Trabalho Infantil, Direitos Humanos e Competição Justa. As publicações - disponíveis no site da empresa - têm por finalidade mostrar qual o posicionamento da Shell em relação a cada um dos temas e orientar os funcionários a como se portar nessas situações específicas.

 

No que concerne ao monitoramento da aplicação dos princípios empresariais, a novidade de 2006 foi o lançamento do Shell Global Helpline. Esse canal de comunicação oferece aos funcionários a possibilidade de relatar, de forma totalmente confidencial, preocupações ou possíveis transgressões dos padrões legais e éticos da empresa - como situações de favorecimento, supervisão, assédio e outros -, por meio de uma ligação gratuita ou pela Internet, de forma anônima ou não. Disponível 24 horas por dia, 365 dias ao ano, o Shell Global Helpline (que absorveu as funções da Ouvidoria) conta com atendentes que também falam português. A consulta ou questão é registrada e encaminhada a um gerente de casos.

 

A estrutura global da Shell é dividida por negócios, que têm missões específicas. Cada empresa possui o seu Time de Coordenação do País (Country Coordenation Team), o qual abrange os executivos de cada área. Esse grupo se reúne trimestralmente para discutir os assuntos comuns. O executivo principal é o responsável por assegurar que os Princípios Empresariais sejam aplicados em toda a empresa.

 

Anualmente, os presidentes das empresas Shell espalhadas pelo mundo respondem a um questionário que abrange todos os itens dos princípios - corrupção e propina, investimentos sociais, política de diversidade e inclusão, compras locais, entre outros. O trabalho é ratificado por uma carta, assinada pelo presidente, na qual ele reafirma seu compromisso para a implementação dos princípios e para melhorar as áreas que não estejam dentro dos padrões, apresentando um plano de ação a ser aplicado no ano seguinte. Após a entrega dos documentos, cada presidente tem uma conversa face a face com o diretor mundial para prestar contas e definir metas. Essa certificação se soma ao processo de auditorias internas, o chamado BCI (Business Control Incidents).

 

Em 2006, a Shell Brasil recebeu menção na publicação "Critérios Essenciais de Responsabilidade Social e Empresarial e seus Mecanismos de Indução no Brasil", lançada pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, por duas boas práticas ligadas ao processo de garantia da adoção dos Princípios Empresariais: Concorrência e Combate à Corrupção.

 

* Dados de setembro de 2007

 

Voltar ao topoVoltar ao topo

 

  Termos e Condições | Política de Privacidade  
  Todos os direitos reservados