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“Fazendo as formações, vimos que a maioria dos professores não sabia como resolver os problemas. O Instituto Ayrton Senna não veio trazer uma resposta pronta. Veio nos ajudar a conduzir o trabalho, com instrumentos de gestão”.

Rejane Kravetz, coordenadora do Programa Gestão Nota 10, Imperatriz, MA.

Criança do Instituto Ayrton Senna

 

“Assumi a direção da escola em 2010. Era um descaso total com os alunos. Para garantir disciplina, o diretor tem de estar presente. Os alunos têm de sentir que ele está comprometido com eles, falando a mesma língua. Não tínhamos projeto político pedagógico e o Gestão Nota 10 trouxe para nós inovações, fez os gestores se desacomodarem”.

Lucilea Barros, diretora de escola rural, Campestre, MA.


“Se eu não tivesse passado pelo SuperAção Jovem, não sei o que eu seria hoje. Ele transformou a minha vida, até mesmo a minha escolha profissional. Deixei de lado o individualismo para poder ajudar especialmente as pessoas marginalizadas. Tudo isso me deu força para entrar no universo da Psicológia. Quero desenvolver projetos que ajudem essas pessoas!”.

Nathalie Brito, egressa do Programa SuperAção Jovem, Curitiba, PR.

“O grande diferencial da educação pela arte é como você passa a ver o mundo, as pessoas. Você passa a ter olhar sensível, na maneira de perceber o outro. A educação pela arte mexe com todas as áreas de minha vida, até no desempenho escolar”.

Jamila Lopes, estudante do Programa Educação pela Arte, Icapuí, CE.

“Quando cheguei ao Programa, percebi que era um lugar diferente porque as pessoas ficavam perto de mim sem ser por ‘interesse’... Aqui é diferente... as pessoas gostam de mim pelo o que eu sou... não pelo que eu sei fazer. Eu percebo na fala das pessoas, no olhar, que elas gostam de mim. Eu aprendi o que é respeito... Eu sinto orgulho de dizer isso! Eu aprendi que se eu batalhar muito assim como o Ayrton Senna batalhou nas pistas, eu vou conseguir.”

José Ricardo dos Prazeres Filho, aluno do Programa Educação pelo Esporte.

“Minha mãe não me botou na escola porque ela trabalhava muito e eu tinha que ficar com meus cinco irmãos. Só quando fui morar com a minha vó, com 12 anos, que fui matriculada, já na 3ª série. Eu tinha mais vergonha de os outros verem que eu não sabia do que vontade de aprender. Escrever meu nome eu até conseguia, mas não lia nada. Eu ficava com medo de a professora gritar comigo e chorava. Quando entrei no Programa Se Liga, todo mundo teve paciência comigo e aí eu disse: a partir de hoje eu não choro mais, eu vou seguir a minha vida, eu tenho que aprender. Quando eu li uma frase inteira pra professora, eu não quis mais parar de ler, não. Me senti mais forte, com mais conforto na vida. Agora eu sei mais das coisas; quando os outros vêm perguntar, sei o que tá escrito no papel. Me sinto vitoriosa, né?".

Juliane Ribeiro, aluna do Programa Se Liga, Pilares, RJ.