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Pacto Nacional da Erradicação do Trabalho Escravo

No Brasil, a Shell foi, no fim dos anos 90, a primeira empresa de distribuição de combustíveis a incorporar cláusulas em seus contratos sobre a proibição do uso de mão-de-obra infantil. Em 2005, incluiu também a proibição do uso de mão-de-obra em condição análoga à escravidão. Foi nesse ano que a empresa se tornou signatária do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

A empresa acompanha constantemente os relatórios do Ministério do Trabalho e de outros organismos, de forma a assegurar que qualquer fornecedor que apresente indícios de manter contratados em condição análoga à escravidão seja imediatamente descredenciando de suas operações. O pacto é um dos principais mecanismos desenvolvidos no país na luta contra formas de trabalho análogas à escravidão e pela inclusão de pessoas resgatadas de condições degradantes de trabalho.

Ele foi criado em 19 de maio de 2005, numa parceria da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e a Organização Não Governamental (ONG) Agência Brasil.

A complexidade do trabalho do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo vem do seu objetivo de conscientizar empresas e entidades organizadas a combater a utilização de mão-de-obra escrava, não apenas em sua estrutura própria, mas também nas cadeias produtivas.

No seu envolvimento com fornecedores e parceiros, a Shell Brasil honra os contratos estabelecidos e trabalha pelo aprimoramento de suas relações de parceria. Transmite os valores de seus Princípios Empresariais a todos os participantes de sua cadeia de fornecedores, disseminando-os. Questões como a proibição do uso de mão-de-obra infantil e do trabalho escravo, por exemplo, são cláusulas presentes em todos os contratos assinados entre a empresa e seus fornecedores.

Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção

A Shell também participa do Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção -- lançado em 2006 pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, em parceria com a Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), o Fórum Econômico Mundial e o Comitê Brasileiro do Pacto Global.

O Pacto tem o intuito de promover maior articulação entre as empresas para melhorar e aperfeiçoar o ambiente das relações entre setor privado e público, combatendo a corrupção e a impunidade. Ao se tornarem signatárias do Pacto, as empresas assumem o compromisso de divulgar a legislação brasileira anticorrupção para seus funcionários e