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Sobre o Prêmio Shell de Música
A música é valorizada pela Shell desde a década de 70, através do apoio aos festivais de música popular (MPB). Em 1981, foi criado o Prêmio Shell de Música, o primeiro instituído por uma empresa privada para a área musical brasileira. Saiba mais sobre a história da premiação.
Troféu do Prêmio Shell de Música, criado pelo joalheiro Caio Mourão.
Inicialmente, a homenagem abrangia as duas vertentes da música, a erudita e a popular. Mais tarde, a premiação voltou-se especificamente para a música popular, por iniciativa dos próprios jurados responsáveis pela distinção.
Desde 2008, o Prêmio Shell de Música tem um novo formato. Uma revisão no regulamento tornou elegíveis também os intérpretes que tenham uma contribuição à música brasileira (até 2007, apenas compositores podiam ser premiados).
Outra mudança é a ampliação do júri (de 5 para 7 membros) - composto por profissionais da música, além de produtores e jornalistas especializados.
O homenageado recebe um troféu desenhado pelo joalheiro Caio Mourão e o prêmio de R$ 15 mil que são entregues durante o evento que reúne o vencedor e outros artistas convidados num show comemorativo.
Todos os anos, o júri composto por personalidades ligadas à música brasileira, entre músicos, estudiosos e críticos, se reúne para escolher o vencedor do prêmio levando em conta o conjunto de sua obra.
Contribuição para a MPB
Emocionado, Ney Matogrosso recebe o Prêmio Shell de Música.
A escolha do vencedor do Prêmio Shell 2009 foi feita no mesmo modelo das edições anteriores, sem lista prévia de indicados. Os jurados reuniram-se e, com base no regulamento, decidiram o artista homenageado.
Homenagem ao Camaleão
Ney Matogrosso foi o primeiro intérprete masculino a ser homenageado e foi escolhido vencedor do Prêmio Shell de Música por sua “atemporalidade e forma como trabalha com diferentes estilos musicais”, conforme explicou a cantora, compositora e jurada Roberta Sá.
A escolha do homenageado da 29ª edição foi feita pelo júri formado pelos jornalistas Antônio Carlos Miguel (O Globo) e Marcus Preto (Folha de S.Paulo), pelos produtores Bruno Levinson e Liminha, o jornalista e crítico musical Tárik de Souza, o músico e compositor Léo Gandelman e pela cantora Roberta Sá.