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O patrocínio da Shell ao cinema brasileiro teve início em 1996, possibilitado pela Lei do Audiovisual.

O primeiro filme patrocinado, "Pequeno Dicionário Amoroso", de Sandra Werneck, foi campeão de bilheteria, com 650 mil espectadores, e recebeu o troféu melhor longa no Festival de Verona, na Itália.

Depois, veio "A Ostra e o Vento", de Walter Lima Jr., lançado em 1997 e que levou o Brasil de volta a um dos mais conceituados festivais de cinema da Europa, o de Veneza.

A lista de patrocínios também inclui: "For All -- O Trampolim da Vitória", de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz, grande vencedor do Festival de Gramado em 1997; "Estorvo", filme de Ruy Guerra, baseado no livro de Chico Buarque; e "Gêmeas" de Andrucha Waddington.

A aliança com o cinema nacional revisitou as origens do envolvimento da Shell com a cultura brasileira, que começou com a criação, há 56 anos, da Filmoteca Shell.

Outra participação relevante da Shell na arte cinematográfica foi o copatrocínio, na década de 70, aos Festivais JB de curta-metragens, promovidos no Rio de Janeiro pelo Jornal do Brasil que revelaram importantes no cinema nacional.

Fundação Botânica Margareth Mee

Criada em 1989, a instituição visava promover e divulgar pesquisas e programas científicos voltados à preservação da floresta tropical brasileiraalém de preservar o acervo deixado pela artista botânica inglesa.

A Fundação dá continuidade ao ideal de Mee, que, radicada no Brasil desde 1952, documentou em suas aquarelas, por mais de 30 anos, a flora da Mata Atlântica e da Amazônia. Em 15 expedições às profundezas da floresta amazônica, a pintora e pesquisadora retratou centenas de plantas raras e ameaçadas de extinção e adquiriu renome no país e no exterior, tanto pela relevância de sua contribuição científica e ecológica quanto pelo talento artístico.

Durante sua última viagem, em 1988, Margareth Mee conseguiu, documentar o desabrochar da raríssima flor-da-lua, que só floresce em certas noites e jamais fora retratada em seu habitat natural. Meses depois, a expedicionária foi, ironicamente, vítima de um acidente automobilístico na Inglaterra. Parte de sua obra está publicada em um dos livros sob temas ecológicos editados com patrocínio da Shell - "Margareth Mee - Em Busca das Flores da Floresta Amazônica", da Editora Salamandra.

Fundação OndAzul

De 2002 a 2009, a Shell apoiou a Fundação OndAzul – organização não-governamental (ONG) criada em 1990 pelo cantor Gilberto Gil, em Salvador, para incentivar a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

Em 2007, a OndAzul e a Shell lançaram o livro-jogo “Urbalistas”, com o objetivo de despertar o interesse de crianças e jovens para a educação ambiental. A publicação é uma introdução à ecologia urbana, usando o método RPG (Role-Playing Game| Jogo de Interpretação de Personagem). Aos jogadores propõe-se o desafio de viver personagens, que vão desde um dirigente do poder local até um organizador da sociedade civil, em cinco aventuras diferentes, sempre tendo como pano de fundo a cidade.

O livro foi distribuído em escolas da rede pública de ensino no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Programa Mata Atlântica

O Programa Mata Atlântica, desenvolvido pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro, recebeu o patrocínio da Shell de 1990 a 1996, que destinou para isso, uma verba de cerca de US$ 1 milhão.

O objetivo do Programa Mata Atlântia era estudar e catalogar a flora atlântica remanescente no Estado e desenvolver tecnologia de reflorestamento. O IBAMA e o CNPq também deram suporte ao programa, coordenado pela Fundação Botânica Margareth Mee.  

 

A Mata Atlântica é um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo e, ao mesmo tempo, um dos mais ricos em diversidade biológica.

Originalmente, ela formava uma faixa de 100 a 200 quilômetros de largura, cobrindo mais de 1 milhão e meio de quilômetros quadrados, ao longo do litoral brasileiro, do Ceará ao Rio Grande do Sul. Hoje, está limitada a pequenas áreas, que vão de 1% a 6% da formação primitiva.

Sítios de estudo: na Mata Atlântica ocorrem quatro diferentes ecossistemas - de restinga, baixada, encosta e campos de altitude.

Atendendo a essa diversidade, os pesquisadores se dedicaram a cada um desses tipos de mata: a Reserva de Macaé de Cima, no município de Nova Friburgo, a Estação Ecológica de Paraíso, no distrito de Guapimirim, em Magé, e a Reserva Biológica de Poço das Antas.

Projeto Caiçaras

No Projeto Caiçaras, a Fundação Shell (www.shellfoundation.org), com sede em Londres, trabalhou para melhorar a renda e a qualidade de vida das comunidades da Praia do Sono e de Ponta Negra, em Paraty, cidade histórica do sul fluminense.

Os cerca de 600 moradores nativos, que vivem basicamente do que pescam e plantam e não têm acesso à luz elétrica, foram beneficiados com a implantação de painéis solares e o desenvolvimento de fazendas de maricultura (técnica de criação de frutos-do-mar em fazendas marinhas).

O Projeto Caiçaras é coordenado pela Fundação Botânica Margareth Mee e conta com o apoio da Shell Brasil e da Prefeitura de Paraty.

Centro de Educação Ambiental do Parque Marapendi

De 2002 a 2004, a Shell deu apoio à construção do Centro de Referência em Educação Ambiental (CEA) do Parque Ecológico de Marapendi, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.

O Projeto, de autoria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, é gerenciado pela Fundação Botânica Margaret Mee. Hoje, o CEA conta com material de pesquisa e  possui já delineadas atividades educativas cujo objetivo é mostrar a importância da preservação do meio ambiente.

Um dos fatores que influenciaram o envolvimento da Shell neste projeto foi a mudança da sede da Empresa para a Barra da Tijuca, buscando maior aproximação com a comunidade local.

Ostras da Cananéia

A Shell Brasil patrocinou o projeto Ostras de Cananéia em 1998 e 1999. O projeto foi desenvolvido próximo a Cananéia, no litoral sul de São Paulo, onde um grupo de escravos montou o quilombo de Mandira, no fim do século 18.

O apoio contribuiu para a construção da Sede da Associação dos moradores do Bairro Mandira, no litoral Sul de São Paulo, e da construção de uma estação depuradora, onde as ostras coletadas tornam-se livres de impurezas, aumentando seu valor de mercado e melhorando as condições de trabalho da comunidade.

Também foi criada uma área de preservação na Reserva Extrativista Piloto, para a conservação do ecossistema local e dos manguezais. O projeto garante a sua sustentabilidade e retorno econômico para a comunidade. Homens e natureza vivendo em harmonia, ambos se ajudando e garantindo assim sua preservação.

Meninos do Morumbi

Meninos do Morumbi é uma associação formada por mais de 4 mil crianças e adolescentes, moradores de diversos bairros da cidade de São Paulo. A instituição foi apoiada pela Shell até 2009 através da Lei Rouanet.

Este grupo, criado por Flávio Pimenta em 1996, tem na prática musical uma forma de criar alternativas às drogas e à delinqüência juvenil. As oficinas de música e dança promovem a aprendizagem de crianças e jovens, construindo valores positivos através da arte e da cultura, além de ampliar os circuitos de inclusão de forma participativa e empreendedora.

Em suas apresentações, os Meninos do Morumbi impressionam o público tocando, dançando e cantando mais de vinte arranjos diferentes como jongo, maracatu, funk, samba, maxixe, aguerê, entre outros.

Além do trabalho artístico, a associação inclui várias atividades que complementam o programa em constante desenvolvimento. A equipe é formada por psicólogos, pedagogos, professores de música, informática, dança, teatro, canto, futebol, jiu-jitsu e também monitores que dão assistência às aulas e infraestrutura básica para as apresentações e atividades dos integrantes.

Ação da Cidadania

A Shell participou de diversas campanhas da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida.

Em 1997, a Shell disponibilizou sua rede de lojas Select para a campanha do livro “Ler para Crer”. A empresa também apoiou a campanha "Recicle uma vida", cujo objetivo era conceder uma bolsa-escola e retirar crianças dos lixões, das ruas e de trabalhos escravos, através da arrecadação de cartuchos usados de impressoras a jato de tinta ou laser. A Shell disponibilizou todas as lojas da rede Select no Rio de Janeiro para o recolhimento dos cartuchos.

Além disso, a Shell divulga para os funcionários a campanha “Natal Sem Fome” que, durante o mês de dezembro, recolhe alimentos não perecíveis que serão doados em cestas básicas para famílias carentes.

Projeto Capacitar

O Capacitartem como meta a preparação profissional de jovens, para o mercado de trabalho náutico. Idealizado pelo medalhista de Ouro e tricampeão mundial de Vela, Maurício Santa Cruz,  o programa oferece oficinas de capacitação em serviços náuticos que geram a inserção profissional de jovens na indústria Naval e

Projeto com bambuzeiros

Construção Sustentável com Bambu

A Shell implementou, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento de Competências – A PONTE, o Projeto Construção Sustentável com Bambu, com a finalidade de difundir a cultura da utilização de materiais locais renováveis, além de reforçar o trabalho associativo nas comunidades próximas às atividades de exploração e produção de petróleo.

Realizado no segundo semestre de 2008, em Aracruz (ES), a iniciativa formou 40 bambuzeiros e beneficiou indiretamente cerca de 400 pessoas — de engenheiros e arquitetos até agricultores familiares e indígenas locais.

No fim da experiência, os próprios alunos criaram o Núcleo Bambu ES, para dar continuidade ao projeto e conseguir, em longo prazo, resultados como inclusão social, geração de renda, incentivo à sustentabilidade e à formação de consciência ambiental.

Extensão da pesca

A implementação de políticas que contribuem para o desenvolvimento sustentável das comunidades pesqueiras do litoral do Rio de Janeiro é uma prática constante da área de Exploração e Produção da Shell. Um exemplo são os cursos de extensão da pesca desenvolvidos em parceria com a União Estadual de Pesca e Aquicultura (Uepa) -- de maio de 2007 até 2009, em Farol de São Tomé, no município de Campos dos Goytacazes, na Região Norte do estado.

Foram abordados temas como primeiros socorros, marinharia, reparo de redes, radiofonia, embarcações e associativismo. Os cursos atenderam a cerca de 100 pescadores e beneficiaram 20 famílias da região.

Capacitação em Maricá

Atendendo a uma solicitação da comunidade, a Shell apoiou outra importante iniciativa: o projeto de capacitação de mão-de-obra na área de turismo e hotelaria no município de Maricá (RJ), realizado em 2006 em parceria com a prefeitura local e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Cerca de 300 pessoas, entre as quais familiares de pescadores, participaram das 16 turmas.

Atravessando o Atravessador

Em janeiro de 2007, a Shell começou a apoiar a Associação de Pescadores do São João, em Cabo Frio (RJ). As primeiras ações da empresa foram doações de R$ 21,5 mil para o capital de giro da associação e de um carro que servirá para o transporte dos pescadores. O Atravessando o Atravessador permitiu a venda direta do pescado aos entrepostos de pesca, sem a intervenção dos atravessadores, contribuindo, assim, para o aumento da renda das famílias locais. Aproximadamente 15 famílias foram beneficiadas -- num total de 45 pessoas.

Promover

Para estimular o desenvolvimento socioambiental na área de influência de suas operações de Exploração e Produção (Downstream), a Shell Brasil fechou uma parceria com o GAIA (Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem), e implementou em 2007, o Projeto Promover – Programa de Mobilização e Viabilização Socioambiental.

O objetivo do programa é capacitar líderes de comunidades de pescadores artesanais e de organizações governamentais e não-governamentais na elaboração, gestão e captação de recursos para projetos socioambientais.

A partir da reflexão coletiva sobre problemas e potencialidades locais, as comunidades foram estimuladas a formular soluções sustentáveis, estabelecer parcerias e identificar fontes de recursos para implementação das propostas.

Cerca de 100 pessoas participaram do Promover no Rio de Janeiro (Arraial do Cabo, Cabo Frio, Campos e São João da Barra) e no Espírito Santo (Piúma, Itapemirim, Presidente Kennedy e Marataízes), resultando em cerca vinte projetos.

 

Fazendas de Maricultura

O apoio da Shell ao projeto de Desenvolvimento do Pólo de Maricultura da Região dos Lagos (RJ), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e outras instituições, teve como  objetivo  contribuir para aumentar a fonte de renda de famílias da região.

Tratando do incentivo ao cultivo consciente e sustentável de mexilhões, ostras e coquiles em fazendas marinhas.

O projeto iniciado em 2005 , trabalhou com três associações de pescadores de Arraial do Cabo (APAC, ACRIMAC e AREMAC).

Além do apoio ao cultivo, a Shell também patrocinou o Seminário Estadual de Maricultura promovido anualmente pelo Sebrae, com o objetivo de difundir novas tecnologias e promover o intercâmbio entre maricultores.

Os eventos reúniram cerca de 200 pessoas, entre pescadores, maricultores, autoridades governamentais e outras instituições ligadas ao tema.

A empresa também patrocinou as caravanas de maricultores e pescadores, a fim de viabilizar o deslocamento, hospedagem e alimentação desse público durante eventos.

Inicialmente, a homenagem abrangia as duas vertentes da música, a erudita e a popular. Mais tarde, a premiação voltou-se especificamente para a música popular, por iniciativa dos próprios jurados responsáveis pela distinção.

Em 2008, o Prêmio Shell de Música ganhou um novo formato. Uma revisão no regulamento tornou elegíveis também os intérpretes que tenham uma contribuição à música brasileira (até 2007, apenas compositores podiam ser premiados).

Outra mudança foi a ampliação do júri (de 5 para 7 membros) - composto por profissionais da música, além de produtores e jornalistas especializados.

O homenageado recebeu um troféu desenhado pelo joalheiro Caio Mourão e o prêmio de R$ 15 mil que foram entregues durante o evento que reuniu o vencedor e outros artistas convidados num show comemorativo.

Durante todos os anos, o júri foi composto por  personalidades ligadas à música brasileira, entre músicos, estudiosos e críticos, se reuniram para escolher o vencedor do prêmio levando em conta o conjunto de sua obra.

A escolha do vencedor do Prêmio Shell 2009 foi feita no mesmo modelo das edições anteriores, sem lista prévia de indicados. Os jurados reuniram-se e, com base no regulamento, decidiram o artista homenageado.