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Biocombustíveis no Brasil
Maior distribuidora de biocombustíveis de primeira geração do mundo, a Shell tem nessa fonte de energia uma de suas principais apostas para ajudar a reduzir a emissão de CO2. Uma das apostas é a produção e distribuição de etanol brasileiro de cana-de-açúcar.
No mercado brasileiro
Em 2009, a Shell vendeu mais de 9 bilhões de litros de biocombustíveis no mundo, sendo 35% deste montante referente à contribuição da Shell Brasil.
A empresa comercializou em 2008 no país 2,54 bilhões de litros de biocombustíveis e contribuiu com 236 milhões de litros de álcool para o suprimento global da Shell nos últimos dois anos. Vale lembrar ainda que, desde 2008, 100% das unidades de distribuição da Shell no país estão adaptadas para comercializar o biodiesel B3 (97% diesel e 3% biodiesel).
O fato de o Brasil apresentar as melhores condições geográficas, climáticas e econômicas para liderar a produção de etanol no mundo coloca a Shell Brasil em posição estratégica no portfólio global da empresa.
Em fevereiro de 2010, anunciamos que a Shell e a Cosan haviam assinado um memorando de entendimento (“MoU”) não vinculante, relativo à formação de uma joint venture (JV) de downstream, no valor de US$ 12 bilhões, destinada à produção de etanol e açúcar, geração de eletricidade, e fornecimento, distribuição e varejo de combustíveis para transporte no Brasil. Isto marcaria o primeiro movimento da Shell na produção dos biocombustíveis atuais.
Novo produto
Em 2010, a Shell lançou o Shell V-Power Etanol — a primeira versão aditivada do etanol, desenvolvida para motores flex, a partir do etanol brasileiro de cana-de-açúcar. Exclusivo do mercado brasileiro, o Shell V-Power Etanol aplica, de acordo com a realidade nacional, as inovações aprendidas com a parceria com a Ferrari.
Investimento em pesquisa
Com a certeza de que a viabilização dessa alternativa requer intensa pesquisa, a Shell começou a desenvolver em 2008, com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento em Biocombustíveis Avançados (de segunda geração).
O objetivo é superar os desafios existentes para a produção de biocombustíveis a partir dos resíduos da cana-de-açúcar.
