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Novidades e press releases

Shell celebra a cultura quilombola em Cabo Frio

Companhia reuniu 20 comunidades em evento

Rio de Janeiro, 30 de Outubro de 2013

No último dia 26 de outubro, foi realizado o I Evento Cultural “Quilombo: Remanescência e Resistência”, na Comunidade Quilombola de Preto Forro, em Cabo Frio. O evento foi organizado pelo Projeto de Educação Ambiental PEA Shell, que desenvolve ações com comunidades quilombolas da região costeira da Bacia de Campos, uma das condicionantes do licenciamento ambiental federal de atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural da empresa.
 
A ação contou com a participação de cerca de 500 pessoas, de 20 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares, além de representantes da Shell, da Kaniski Assessoria Pedagógica, do IBAMA, da CONAQ (Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas) e da prefeitura de Cabo Frio.
 
Durante todo o dia, manifestações culturais da comunidade quilombola, como quadrilha, jongo, cantigas de roda, batuque de lata, grupos musicais e capoeira foram apresentadas. Além disso, atividades como contação de histórias, rodas de conversa sobre o movimento quilombola, oficinas de trançado, exposições de documentos históricos, artesanato e culinária típicos também foram destaques da programação.
 
A Comunidade de Preto Forro foi escolhida para sediar o evento por ser a primeira das 20 comunidades quilombolas do projeto a ter conquistado a titulação da terra no INCRA. Para receber os convidados, as mulheres da comunidade prepararam uma típica feijoada quilombola e muitos outros quitutes tradicionais.
 
Nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, a Shell realiza atividades nas seguintes comunidades quiombolas: Sobara (Araruama); Baia Formosa, Botafogo, Preto Forro e Maria Romana (Cabo Frio); Maria Joaquina e Rasa (Armação dos Búzios); Machadinha, Santa Luzia, Bacurau e Mutum (Quissamã); Aleluia, Batatal, Cambucá e Conceição de Imbé (Campos dos Goytacazes), Deserto Feliz (São Francisco de Itabapoana), Boa Esperança e Cacimbinha (Presidente Kennedy) e Graúna (Itapemirim).
 
Suely Ortega Gaiga, Consultora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Shell, destaca que um dos diferenciais do projeto é a participação intensa e efetiva de representantes comunitários na equipe executora, no planejamento e na realização das atividades. “O projeto tem a função de ajudar as comunidades a se organizar e a se fortalecer, para que possam ter acesso às políticas públicas e participar nos espaços de decisão sobre questões que afetam suas vidas.”
 
Para Leíse Duarte, Gerente de Investimentos Sociais da Shell, além de ser uma exigência legal, o trabalho desenvolvido com as comunidades quilombolas também está alinhado com os princípios empresariais da companhia, de colaboração com comunidades locais. “Ao mesmo tempo em que o projeto auxilia no resgate da autoestima das comunidades, ajuda o movimento a crescer e a progredir, sempre preservando a cultura própria de cada grupo”, afirma Leíse.
 
 
Para mais informações:
 
Assessoria de Imprensa Shell Brasil
Glauco Paiva
(21) 3984-7413
glauco.paiva@shell.com
 
Igor Baiense
(21) 3984-7897
igor.baiense@shell.com
 
Cajá – Agência de Comunicação
Priscilla Gonçalves – priscilla@caja.com.br
Paula Ceccon – paula@caja.com.br
(21) 2217-1403

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