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Novidades e press releases

Shell inicia produção na Fase 2 do Parque das Conchas

A Shell e seus parceiros extraíram o primeiro óleo e deram início à produção na segunda fase de desenvolvimento do projeto do Parque das Conchas (BC-10), localizado na costa sudeste do Brasil.
FPSO, Espirito Santo, Parque das Conchas

 

O projeto BC-10 (Shell 50%, Petrobras 35%, ONGC 15%) é composto por vários campos em águas profundas ligados ao Espírito Santo, unidade flutuante de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) localizada no litoral do estado de mesmo nome.

 

Em 2009, quando foi iniciada a produção no Parque das Conchas, os campos de Abalone e Ostra foram conectados ao FPSO, juntamente com o reservatório Argonauta B-Oeste (localizado no campo de Argonauta). O pico de produção da primeira fase foi de mais de 90 mil barris de óleo equivalente por dia (boe), em 2010, e atualmente a produção está em 35 mil boe. A Fase 2 liga um quarto reservatório à embarcação, o Argonauta O-Norte (também localizado no Campo Argonauta). No seu pico, a Fase 2 deverá produzir aproximadamente 35 mil barris de óleo equivalente por dia.

“Aumentar a produção em BC-10 com a entrada em operação da Fase 2 é mais um exemplo do nosso sucesso em planejamento, desenvolvimento e execução de projetos. Este é um dia de orgulho para a Shell no Brasil”, afirmou John Hollowell, vice-presidente executivo para Águas Profundas da Shell nas Américas.

 

Já o presidente da companhia no Brasil, André Araujo, ressaltou: “O Parque das Conchas já entregou um excelente resultado até agora e queremos atingir o máximo de seu potencial. O primeiro óleo da Fase 2 e a decisão de investimento na terceira fase de desenvolvimento do projeto, que anunciamos em julho, são marcos importantes para a Shell no ano em que a empresa comemora seu primeiro centenário no país.”

 

O Parque das Conchas é um projeto em que a Shell já havia dado mostras de pioneirismo tecnológico. Durante o desenvolvimento subsea da Fase 2, foi instalado um sistema sísmico de monitoramento 4D cobrindo toda a extensão do campo.  Esta rede de sensores permitirá o acompanhamento mais eficiente do comportamento dos fluidos dentro do reservatório. Esta é a instalação mais profunda dessa teconologia no mundo com cobertura total do campo (aproximadamente 1.800 metros ou 6.000 pés).

 

Com a expectativa de maximizar ainda mais a vida útil de produção de BC-10, a Shell e seus parceiros anunciaram recentemente, em julho, a decisão de avançar com a terceira fase de desenvolvimento do projeto, que incluirá a instalação de infraestrutura submarina nos reservatórios Massa e Argonauta O-Sul (localizados, respectivamente, nos campos Nautilus e Argonauta). Quando chegar à etapa de produção, a Fase 3 deverá alcançar um pico de 28 mil barris de óleo equivalente por dia.

 

Fases de Desenvolvimento do BC-10:

 

Fase 1: Início da produção em 2009 dos campos Abalone, Ostra e Argonauta (reservatório Argonauta B-Oeste).

Fase 2: Início de produção em outubro de 2013, reservatório Argonauta O-Norte.

Fase 3: Em julho de 2013, a Shell e seus parceiros anunciaram a decisão final de investimento para o desenvolvimento dos reservatórios de Massa e Argonauta O-Sul.

 

Notas aos editores:

• A Shell opera atualmente com dois FPSOs no Brasil: o Espírito Santo, no Parque das Conchas (BC-10), e o Fluminense, nas áreas de concessão de Bijupirá e Salema.

• Imagens estão disponíveis para download aqui .

 

 

Para mais informações:

 

Assessoria de Imprensa Shell Brasil

Glauco Paiva

(21) 3984-7413

glauco.paiva@shell.com

 

Igor Baiense

(21) 3984-7897

igor.baiense@shell.com

 

Cajá – Agência de Comunicação

Priscilla Gonçalves – priscilla@caja.com.br

Paula Ceccon – paula@caja.com.br

(21) 2217-1403