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No ano do tricampeonato brasileiro de futebol (1970), chegou ao mercado o lubrificante Shell Super, contando com Pelé como astro da campanha de lançamento. A empresa patrocinou, no mesmo ano, a série de documentários Shell Especial, na Rede Globo.

No início dos anos 70,  o número de postos cresceu: de 1.162 em 1959 para cerca de 3 mil em 1971, ano da associação com a Petróleo Sabbá, que estendeu a rede de postos Shell para a Região Norte, onde já estava presente a Shell Aviação. A dinâmica da concorrência sofreu grandes alterações com a criação da estatal BR Distribuidora.

Em 1973, nasce a Pinacoteca Shell e é criada a Mineração Rio Xingu, marcando o ingresso da empresa na área de metais. Ainda naquele ano, iniciou-se um longo período de racionamento de combustíveis em todo o mundo. Em represália ao apoio ocidental a Israel, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) reduziu em 75% a sua produção, gerando a primeira grande crise do petróleo.

A resposta do governo brasileiro veio em 1975, com o programa Proálcool, com o objetivo de  estimular a produção do álcool. A iniciativa foi bem-sucedida e colocou o Brasil na posição de único produtor desse combustível. A Shell apoiou o lançamento do álcool, dando seu aval tecnológico internacional ao novo produto.

Em 1977, a Billiton Metais, empresa mundial do Grupo Shell na área de metais não ferrosos, se estabelece no país. A partir daí, as atividades da Shell no Brasil são reestruturadas em três empresas: Shell Petróleo S.A., Shell Química S.A. e Billiton Metais S.A., coordenadas pela holding Shell Brasil S.A. (Petróleo). No mesmo ano, o Centro Agroquímico de Paulínia é inaugurado.

O último ano da década (1979) foi marcado pela transferência da sede da Shell para a Praia de Botafogo, onde permaneceria até 2001.

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