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Em agosto de 1961, o presidente Jânio Quadros assinou o decreto que tornou a Shell uma empresa brasileira de capital estrangeiro. A razão social da empresa passou a ser Shell Brasil S.A., com sede no Rio de Janeiro. Os estatutos da companhia foram adaptados à legislação brasileira. No entanto, os objetivos do negócio permaneceram os mesmos, bem como a personalidade jurídica e as responsabilidades da empresa.

Em 1963, a companhia comemora o seu cinquentenário no Brasil. Nesse período, a Shell foi capaz de estabelecer bases sólidas por aqui: eram, na época, 2.200 funcionários atuando em 48 cidades, em 15 escritórios, 46 bases distribuidoras, 1.343 postos de serviços, 34 postos de abastecimento de aeronaves e duas fábricas.

O ano seguinte foi marcado pelo início dos turbulentos governos militares. Na companhia, a novidade foi que a área de Químicos tornou-se empresa, a Companhia Brasileira de Produtos Químicos Shell, da qual a Shell Brasil é acionista.  Ainda em 1964, o Shell Esporte Clube comemorava seus 30 anos de existência, oferecendo, além de competições esportivas, intensa programação social e cultural.

Ocorreu, a partir de meados dessa década, a grande expansão do Varejo Shell, iniciada no fim dos anos 50, e que levou a companhia a assumir a liderança do setor. De 1965 a 1966, por exemplo, o Varejo cresce ao ritmo de “um posto por dia”. Na cidade de São Paulo, chega a haver num mesmo dia oito inaugurações. Em agosto de 1966, a Gasolina Shell com I.C.A. foi relançada, com grande sucesso.

O grande crescimento do Varejo, ao lado de boas campanhas de marketing, inscreveu a imagem da concha na memória coletiva do país. Foi o tempo dos comerciais com o desenho animado do Elefantinho, das campanhas estreladas pelos mais famosos astros da época (como Pelé, Roberto Carlos, Os Mutantes e Wilson Simonal) e dos programas de música jovem patrocinados pela companhia.

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